
O tema Educação Ambiental vem sendo alvo de muitos debates e discussões. Isso porque, nosso planeta está a cada dia sofrendo as conseqüências de uma exploração desenfreada, do descaso dos seres humanos com a natureza em geral.
Trabalhar Educação Ambiental na escola requer uma organização do processo pedagógico e sistematização dos conteúdos que serão abordados. Ensinar Educação Ambiental vai além de estudar ciências, ensinar boas maneiras, uma vez que essa relação homem-mundo se estabelece na prática cotidiana.
No Brasil, a Política Nacional do Meio Ambiente já evidenciava em 1981 a necessidade de incluir em todos os níveis de ensino a educação ambiental com o intuito de estimular a defesa do meio ambiente.
Neste sentido, o trabalho com a Educação Ambiental está amparado pela lei e isso significa que a equipe pedagógica em conjunto com o pode público precisa planejar formas de desenvolver esse trabalho. Mas, até hoje os projetos relacionados ao tema são muito restritos; falta interesse de muitos professores e a possibilidade real de colocar em práticas as propostas.
Muitas mudanças foram ocorrendo como a visão de que só informar as causas e conseqüências do descaso com o meio ambiente não é suficiente, haja vista que as questões ambientais são complexas e necessitam de um trabalho sistemático e organizado.
O lançamento dos Parâmetros Curriculares Nacionais foi muito importante para a inclusão das questões ambientais na escola. No entanto, a educação comportamentalista ainda tem vigorado nas escolas atuais, o que descaracteriza o real sentido dessa abordagem, que seria o compromisso de transformar os alunos em sujeitos críticos e reflexivos. Isso se deve também ao fato dos educadores não terem sido preparados em sua formação para trabalhar com as diversas questões ambientais.
A visão fragmentada do mundo, utilizada para simplificar o cotidiano acabou resultando na falta de reflexão sobre a exploração dos outros seres vivos, assim como dos próprios seres humanos.
Neste sentido, a Educação Ambiental só cumprirá seu papel de transformação quando o trabalho em torno dessas questões for desenvolvido a partir dos problemas presentes na vida dos educando. Os conhecimentos que eles trazem são indispensáveis para organizar e planejar estratégias de trabalho. A mudança de atitude só é possível quando o sujeito atua de forma reflexiva para encontrar formas de superar o problema.
Uma alternativa interessante é a possibilidade do educador investigar juntamente com os alunos os problemas enfrentados na comunidade e possíveis formas de solução. Muitas vezes, uma parceria com ONGs e outras entidades possibilita que todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem tenham mais informações sobre determinada questão ambiental. Por exemplo, em uma escola municipal na cidade de São José do Rio Preto, uma ONG de proteção aos animais fez um projeto com as crianças e professores sobre essa problemática. Como no bairro havia um índice elevado de abandono de animais, as famílias participaram e foram levadas a refletir sobre a questão da posse consciente de animais, assim como os riscos de doenças, entre outros assuntos.
Os projetos não devem ser enviados para a escola prontos, cada instituição de ensino precisa investigar os reais problemas enfrentados em sua localidade para que tenha sentido de acontecer e não apenas para cumprir uma formalidade.
Quando a escola, ou seja, toda sua equipe trabalha com responsabilidade social, os assuntos relacionados ao meio ambiente geram desequilíbrios, reflexão e mudança de atitude. Com isso, os educandos vão percebendo a importância de atuar com consciência num mundo que está em constante modificação, modificação essa que precisa caminhar com o equilíbrio e sustentabilidade.
Referência:
DAIBEM, A. M. L.; TALAMONI, J. L. B. Educação Ambiental na Prática Educacional. Curso Educação e Diversidade para Cidadania. São Paulo: UNESP, Pró Reitoria de Extensão, Faculdade de Ciências, 2009. v. 4.
Trabalhar Educação Ambiental na escola requer uma organização do processo pedagógico e sistematização dos conteúdos que serão abordados. Ensinar Educação Ambiental vai além de estudar ciências, ensinar boas maneiras, uma vez que essa relação homem-mundo se estabelece na prática cotidiana.
No Brasil, a Política Nacional do Meio Ambiente já evidenciava em 1981 a necessidade de incluir em todos os níveis de ensino a educação ambiental com o intuito de estimular a defesa do meio ambiente.
Neste sentido, o trabalho com a Educação Ambiental está amparado pela lei e isso significa que a equipe pedagógica em conjunto com o pode público precisa planejar formas de desenvolver esse trabalho. Mas, até hoje os projetos relacionados ao tema são muito restritos; falta interesse de muitos professores e a possibilidade real de colocar em práticas as propostas.
Muitas mudanças foram ocorrendo como a visão de que só informar as causas e conseqüências do descaso com o meio ambiente não é suficiente, haja vista que as questões ambientais são complexas e necessitam de um trabalho sistemático e organizado.
O lançamento dos Parâmetros Curriculares Nacionais foi muito importante para a inclusão das questões ambientais na escola. No entanto, a educação comportamentalista ainda tem vigorado nas escolas atuais, o que descaracteriza o real sentido dessa abordagem, que seria o compromisso de transformar os alunos em sujeitos críticos e reflexivos. Isso se deve também ao fato dos educadores não terem sido preparados em sua formação para trabalhar com as diversas questões ambientais.
A visão fragmentada do mundo, utilizada para simplificar o cotidiano acabou resultando na falta de reflexão sobre a exploração dos outros seres vivos, assim como dos próprios seres humanos.
Neste sentido, a Educação Ambiental só cumprirá seu papel de transformação quando o trabalho em torno dessas questões for desenvolvido a partir dos problemas presentes na vida dos educando. Os conhecimentos que eles trazem são indispensáveis para organizar e planejar estratégias de trabalho. A mudança de atitude só é possível quando o sujeito atua de forma reflexiva para encontrar formas de superar o problema.
Uma alternativa interessante é a possibilidade do educador investigar juntamente com os alunos os problemas enfrentados na comunidade e possíveis formas de solução. Muitas vezes, uma parceria com ONGs e outras entidades possibilita que todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem tenham mais informações sobre determinada questão ambiental. Por exemplo, em uma escola municipal na cidade de São José do Rio Preto, uma ONG de proteção aos animais fez um projeto com as crianças e professores sobre essa problemática. Como no bairro havia um índice elevado de abandono de animais, as famílias participaram e foram levadas a refletir sobre a questão da posse consciente de animais, assim como os riscos de doenças, entre outros assuntos.
Os projetos não devem ser enviados para a escola prontos, cada instituição de ensino precisa investigar os reais problemas enfrentados em sua localidade para que tenha sentido de acontecer e não apenas para cumprir uma formalidade.
Quando a escola, ou seja, toda sua equipe trabalha com responsabilidade social, os assuntos relacionados ao meio ambiente geram desequilíbrios, reflexão e mudança de atitude. Com isso, os educandos vão percebendo a importância de atuar com consciência num mundo que está em constante modificação, modificação essa que precisa caminhar com o equilíbrio e sustentabilidade.
Referência:
DAIBEM, A. M. L.; TALAMONI, J. L. B. Educação Ambiental na Prática Educacional. Curso Educação e Diversidade para Cidadania. São Paulo: UNESP, Pró Reitoria de Extensão, Faculdade de Ciências, 2009. v. 4.
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