Os preconceitos no âmbito escolar
As crianças não aprendem porque são pobres, porque são negras, porque são nordestinas, ou provenientes da zona rural; são imaturas, são preguiçosas; não aprendem porque seus pais são analfabetos, são alcoólatras, as mães trabalham fora, não ensinam os filhos... (COLLARES & MOYSÉS, 1996. p. 26).
Hoje um tema muito discutido é a inclusão do aluno com necessidades especiais. Essa discussão revela a necessidade de uma escola que atenda a todos, sem distinção, seja, de gênero, raça, condição social, opção religiosa etc.
Mas uma questão que também merece atenção é a inclusão dos alunos que por algum motivo não conseguem aprendem.
O preconceito frente a esse fato se estabelece muitas vezes dentro da sala de aula e se propaga nas mais variadas dimensões da vida de um sujeito que apresenta DA.
Centrar as causas do fracasso nas famílias e principalmente nas crianças é o mesmo que imobilizar essa situação desastrosa e aceitar o fracasso como um processo natural.
Diante disso, a meta da inclusão não é alcançada e por isso, alguns preconceitos disseminados na escola devem ser superados.
o que se espera da escola é que seus planos se definam por uma educação para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que se dispõe a reconhecer as diferenças, a interdependência, a complementaridade entre as pessoas (MANTOAN, 2002 apud SARAVALLI, 2005, p. 103).
Frente a essa consideração apresentada por Mantoan, é certo dizer que a escola não respeita as diferenças, pois para ter sucesso o aluno precisa se encaixar dentro de padrões pré-estabelecidos e isso não é possível para a maioria das crianças.
Quando pensamos em preconceitos diante das crianças com dificuldade de aprendizagem, não podemos deixar de pensar em conseqüências também de ordem social, já que muitas vezes essas crianças são excluídas dos grupos de amizade. Alguns autores estudaram sobre esse fenômeno como Gresham (1992) citado por Saravalli (2005, p. 97):
(...) há ampla evidência que sustenta a hipótese de correlação. Habilidades sociais e habilidades acadêmicas estão correlacionadas, do mesmo modo que, há uma porção de indivíduos com dificuldades de aprendizagem que experimentam dificuldades nas habilidades sociais.
JANUCCI, M. Z. Trabalho de Conclusão de Curso: “Dificuldades de Aprendizagem: problema ou desafio para a prática docente?. São José do Rio Preto, [s.n.], 2006.
As crianças não aprendem porque são pobres, porque são negras, porque são nordestinas, ou provenientes da zona rural; são imaturas, são preguiçosas; não aprendem porque seus pais são analfabetos, são alcoólatras, as mães trabalham fora, não ensinam os filhos... (COLLARES & MOYSÉS, 1996. p. 26).
Hoje um tema muito discutido é a inclusão do aluno com necessidades especiais. Essa discussão revela a necessidade de uma escola que atenda a todos, sem distinção, seja, de gênero, raça, condição social, opção religiosa etc.
Mas uma questão que também merece atenção é a inclusão dos alunos que por algum motivo não conseguem aprendem.
O preconceito frente a esse fato se estabelece muitas vezes dentro da sala de aula e se propaga nas mais variadas dimensões da vida de um sujeito que apresenta DA.
Centrar as causas do fracasso nas famílias e principalmente nas crianças é o mesmo que imobilizar essa situação desastrosa e aceitar o fracasso como um processo natural.
Diante disso, a meta da inclusão não é alcançada e por isso, alguns preconceitos disseminados na escola devem ser superados.
o que se espera da escola é que seus planos se definam por uma educação para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que se dispõe a reconhecer as diferenças, a interdependência, a complementaridade entre as pessoas (MANTOAN, 2002 apud SARAVALLI, 2005, p. 103).
Frente a essa consideração apresentada por Mantoan, é certo dizer que a escola não respeita as diferenças, pois para ter sucesso o aluno precisa se encaixar dentro de padrões pré-estabelecidos e isso não é possível para a maioria das crianças.
Quando pensamos em preconceitos diante das crianças com dificuldade de aprendizagem, não podemos deixar de pensar em conseqüências também de ordem social, já que muitas vezes essas crianças são excluídas dos grupos de amizade. Alguns autores estudaram sobre esse fenômeno como Gresham (1992) citado por Saravalli (2005, p. 97):
(...) há ampla evidência que sustenta a hipótese de correlação. Habilidades sociais e habilidades acadêmicas estão correlacionadas, do mesmo modo que, há uma porção de indivíduos com dificuldades de aprendizagem que experimentam dificuldades nas habilidades sociais.
JANUCCI, M. Z. Trabalho de Conclusão de Curso: “Dificuldades de Aprendizagem: problema ou desafio para a prática docente?. São José do Rio Preto, [s.n.], 2006.
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